Arquivos para: Junho 2009

05.06.09

Permalink 07:15:30, Categorias: Radioamadorismo, 116 palavras   Portuguese (BR)

Vox

Excelente invenção essa aí do Vox.
Muito legal operar em "Vox Control".
Porém, deve-se evitar o uso do "Vox" em RPTR's, por motivos óbvios, ou seja, a RPTR não vai parar de bipar. O cidadão fala umas poucas palavras e, quando respira, a RPTR cai. E tome bip, bip, bip, bip, bip.
Ô do Voz para, a RPTR bipa. E tome bip, bip, bip, bip.
Ô do Vox: Vai um bip aí sangue bom? Bip, bip, bip, bip, bip.
Olha o bip. Lá vem o bip. Lá vai o bip, bip, bip, bip.
E tome Vox e tome bip, bip, bip.
Encheu o saco mérmão?
Imagina para quem está escutando!!!
Olha o bip aí gennnnte....
HAJA.

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04.06.09

Permalink 08:13:47, Categorias: Radioamadorismo, 155 palavras   Portuguese (BR)

Segmento de CW

Notadamente, em 40 metros, existe uma certa "intolerância" da parte de "certos Radioamadores" que vivem enchendo o saco, dizendo que de 7.000Mhz à 7.050Mhz é segmento destinado só para o CW.
A prioridade é o CW sim, mas.......
Como é que fica um DX quando a Estação que está chamando opera em 7.047Mhz., por exemplo?
Será que estes "certos Radioamadores" sabem das Normas Radioamadorísticas dos outros Países? Sabem que, por exemplo, nos USA, nos 40 metros, fonia só após 7.150Mhz. e, em contra-partida, sabem que em vários países do continente europeu é permitido fonia "lá embaixo"?
Quer dizer, então, que se tem uma Ilha chamando CQ CQ CQ em 7.045Mhz. (ou seja, a freqüência está "ocupada" por este País/Ilha signatário dos acordos internacionais, assim como o Brasil) e você (ou qualquer outro Radioamador Brasileiro) não poderá estabelecer o QSO só por que "certos Radioamadores" se consideram os sabichões e dizem estas besteiras todas?
Qual!
Faz-me rir.

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03.06.09

Permalink 08:52:16, Categorias: Radioamadorismo, 240 palavras   Portuguese (BR)

HT

HTCalma. Muita calma neste momento. Não quero desconsiderar nada e ninguém. É preciso contextualizar a coisa, se não:
Qualquer HT, desde que esteja funcionando, é ótimo. Nada contra HT's ou seus proprietários. Muito pelo contrário. Acho que os HT's são excelentes para o fim que se destinam, sabidamente, comunicações com baixas potências.
O problema reside, então, no uso incorreto destes.
HT's são fabricados no sentido de que seus proprietários o utilizem para contatos PORTÁTEIS, notadamente à curta distância, opcionalmente com o auxílio de RPTR's (desde que estas recebam bem os sinais enviados pelo HT) e para fins de monitoramento, entre poucos outros usos.
É claro que poderão ser utilizados (inclusive com Lineares), em Estações Fixas e até para montagens.
Já para o uso móvel, utilizam-se os famosos "radinhos", ou seja, os Transceptores que foram projetados e fabricados para este tipo de operação (podendo ser Mono, Dual e até Tri-Bandas) e que costumam ter potências adequadas para tal finalidade, inclusive, muitos Radioamadores operam do "shack", sem nenhum problema, com estes "radinhos", desde que a fonte (ou bateria) suporte à amperagem.
Trocando em miúdos: "Cada passarinho no seu galho".
A "marra" fica por conta das transmissões inadequadas, ou seja, àquelas que não são "copiadas" por, justamente, serem oriundas de HT's (as famosas transmissões "lixentas") que os teimosos Radiocoleguinhas insistem em operar, mesmo sabendo que o certo seria transmitir com mais potência ou com outro tipo de equipamento (para não falar das Antenas).
73

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02.06.09

Permalink 09:19:22, Categorias: Radioamadorismo, 462 palavras   Portuguese (BR)

O Câmbio Espada

Como eu não vivenciei os primórdios do Radioamadorismo, continuarei a acreditar que essa coisa de "câmbio espada" (câmbio longo), teve origem com os antigos Radioamadores que operavam em AM.
As "Estações", segundo os historiadores, tinham um Receptor e um Transmissor, entre outros itens. Não existiam Transceptores (dependendo da época analisada), assim como se desconhecia o SSB, por exemplo.
O Radioamador "chamava" numa determinada QRG, no Transmissor, e "procurava", próximo da QRG de chamada, escutar contestação, no Receptor.
Quando era contestado, "SINTONIZAVA" o melhor possível o Receptor, na tentativa de maximizar as condições de recepção.
Resultado: TX na QRG "X", RX na QRG "Y". Simples, não?
Consequentemente, quando obtinha resposta, era uma alegria só. O "papo" (em AM) ou o "contato" (em CW) era motivo de orgulho e satisfação.
Daí, deduzirmos que a conversa (quando em AM) tenderia a se prolongar, por motivos óbvios. O "papinho" era longo. Demorado. "Eles" tinham mais é que curtir a coisa, concorda?
Acho que, em qualquer QRG, não haverá o menor problema entre as estações terem este tipo de conduta. À EXCESSÃO DAS RPTR's.
Repetidora não é para papo longo. Pode até ser, dependendo da situação, do horário e se ninguém quiser utilizá-la. Isto é uma espécie de dogma. Uma grande parte dos Radioamadores não toleram "câmbio espada" entre Estações que estão utilizando uma RPTR. Daí, alguns colegas serem alvo de reclamações quando exageram no uso da palavra, numa RPTR.
Se uma QRG está vazia, não haverá o menor problema de duas ou mais estações operarem lá. Freqüências destinadas aos Radioamadores são para isso mesmo. Por um lado, entende-se, também, que deve-se respeitar as Normas, ou seja, se determinado segmento de VHF, por exemplo, está destinado para a transmissão em SSB, por que operar em FM? Tem espaço
suficiente nas faixas.
Por outro lado, por uma questão de educação e cortesia, deve-se evitar interromper um QSO entre duas Estações que estão num "ponto-a-ponto". É claro que nenhum colega deixará de contestar, até por que várias opiniões e trocas de experiências tornarão o QSO muito agradável. Mas, existe um momento certo para a "interrupção", que poderá ser muito bem-vinda, diga-se de passagem, e se formará uma "roda" (existem várias, que são compostas por colegas que tem objetivos, assuntos e interesses em comum, inclusive amizade com tempo acumulado de conhecimento quer pessoal, quer profissional e, não muito raro, serem familiares) bem interessante.
Caberá à terceira pessoa ter a certeza de que a sua entrada, na QRG, será contextualizada, caso não seja um pedido de ajuda/socorro/alerta. Só isso. Acredito que ninguém gosta de ter um QSO interrompido por motivo fútil.
Então, não há motivo para preocupação, quando o "câmbio espada" for num ponto-a-ponto, quer em HF, quer em VHF/220/UHF.
E vamos que vamos.
CQ CQ CQ de .......

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Leo é radioamador, há vários anos e com longa experiência em DX. Sua estação está localizada na região oceânica de Niterói.

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